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SUICÍDIO E MORTES MISTERIOSAS DE FAMOSOS:DECORREM DO MEDO DO ANONIMATO, DA DEPRESSÃO OU FATALIDADE?



A atriz Leila Gomes Lopes foi encontrada morta na madrugada desta quinta-feira (3/12), no apartamento em que morava, em São Paulo. Policiais da PM foram acionados por uma testemunha de identidade não divulgada e, quando chegaram ao local, constataram a morte da atriz. Em seguida, homens do Corpo de Bombeiros tentaram reanimá-la, sem sucesso. Como não foram encontradas marcas de violência no corpo de Leila, os paramédicos que tentaram socorrê-la acreditam que a ela fora vítima de uma parada cardiorrespiratória. Segundo os PMs, ao lado do corpo de Leila foram encontrados remédios antidepressivos, veneno para rato e uma carta lacrada, o que leva a polícia a trabalhar com hipótese de overdose ou suicídio. A atriz havia completado 40 anos recentemente, em 19 de novembro. Em agosto de 2009, Leila foi internada no Hospital São Luiz, em São Paulo, depois de queixar-se de fortes dores no abdômen. Após a realização de vários exames, como ressonância magnética, ultrassom, colonoscopia e endoscopia, nada foi detectado. Leila Lopes começou a carreira aos 13 anos, em Porto Alegre (RS), e participou de 12 novelas. Mas foi em “Renascer”, de Benedito Ruy Barbosa, na Rede Globo, que ela ganhou fama, interpretando a “professora Lu”. Em “O Rei do Gado”, (1996), novela também da Globo, Leila deu vida a Suzane, personagem de grande sucesso na época, o que acabou por lhe render um convite para posar na Playboy, na edição de março de 1997. Mais tarde, em 2001, foi capa da revista Sexy. Na Rede Record, Leila participou, em 2000, de sua última novela: “Marcas da Paixão”. Fora da grande mídia desde então, Leila recebeu uma proposta da “Brasileirinhas”, produtora de filmes pornográficos, segundo a qual ela “seria uma pessoa perfeita para fazer um pornô”. Leila aceitou a proposta logo após separar-se do marido e declarou que o bom dinheiro oferecido também fora decisivo para topar o desafio.

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TRANSAR, DROGAR-SE E BADALAR:


Com medo de que os filhos andem em más companhias, consumam drogas ou se envolvam com bandidos ou atos criminosos, alguns pais estão adotando medidas extremas para manter os adolescentes 24 horas sob controle. Entre os artifícios mais utilizados pelas famílias está a busca por serviços de detetives ou a contratação de seguranças, opções acessíveis apenas aos pais mais endinheirados. Instalar aparelhos de GPS no carro dos filhos, que possibilita saber exatamente a rota percorrida por eles em tempo real, é uma prática bastante usada e que está substituindo o velho celular, dizem os especialistas em segurança. Para os pais ainda mais desconfiados e temerosos existem os sistemas de rastreamento individual, que podem ser camuflados até na sola do sapato da garotada. “Além de saber a localização exata do filho, o aparelho possibilita ouvir a conversa dele”, explica o consultor de segurança L.Cerveira. Outras famílias, no entanto, preferem deixar a tecnologia de lado e, em vez de vigiá-los, passam a adotar os costumes dos filhos. Principalmente nas grandes cidades, não é mais cena incomum ver adolescentes acompanhadas da mãe, em casa noturnas e até bailes funk. Juntas, mães e filhas bebem, fumam e até disputam possíveis pretendentes. É o caso da jovem C. de Oliveira, de 19 anos, que frequenta a noite paulistana acompanhada da mãe há quase um ano. “Da última vez que saímos juntas minha mãe conseguiu ficar com seis caras diferentes, e eu não consegui nenhum”, diz a garota. Do ponto de vista dos psicólogos, tantos os pais que procuram vigiar o filho a todo custo quanto aqueles que aderem ao comportamento deles estão cometendo exageros prejudiciais à educação e desenvolvimento dos jovens. “No primeiro caso, os pais não estão confiando na própria educação que deram e, no segundo, o comportamento nada tem a ver com educar ou proteger os filhos. Esses pais e essas mães querem voltar a ser adolescentes. A família precisa de companheirismo, mas não pode abrir mão da hierarquia dentro dela. Quando isso acaba e a relação é só de amizade, é muito provável que o respeito acabe sendo deixado de lado”, explicam. Com medo de que os filhos andem em más companhias, consumam drogas ou se envolvam com bandidos ou atos criminosos, alguns pais estão adotando medidas extremas para manter os adolescentes 24 horas sob controle. Entre os artifícios mais utilizados pelas famílias está a busca por serviços de detetives ou a contratação de seguranças, opções acessíveis apenas aos pais mais endinheirados. Instalar aparelhos de GPS no carro dos filhos, que possibilita saber exatamente a rota percorrida por eles em tempo real, é uma prática bastante usada e que está substituindo o velho celular, dizem os especialistas em segurança. Para os pais ainda mais desconfiados e temerosos existem os sistemas de rastreamento individual, que podem ser camuflados até na sola do sapato da garotada. “Além de saber a localização exata do filho, o aparelho possibilita ouvir a conversa dele”, explica o consultor de segurança L.Cerveira. Outras famílias, no entanto, preferem deixar a tecnologia de lado e, em vez de vigiá-los, passam a adotar os costumes dos filhos. Principalmente nas grandes cidades, não é mais cena incomum ver adolescentes acompanhadas da mãe, em casa noturnas e até bailes funk. Juntas, mães e filhas bebem, fumam e até disputam possíveis pretendentes. É o caso da jovem C. de Oliveira, de 19 anos, que frequenta a noite paulistana acompanhada da mãe há quase um ano. “Da última vez que saímos juntas minha mãe conseguiu ficar com seis caras diferentes, e eu não consegui nenhum”, diz a garota. Do ponto de vista dos psicólogos, tantos os pais que procuram vigiar o filho a todo custo quanto aqueles que aderem ao comportamento deles estão cometendo exageros prejudiciais à educação e desenvolvimento dos jovens. “No primeiro caso, os pais não estão confiando na própria educação que deram e, no segundo, o comportamento nada tem a ver com educar ou proteger os filhos. Esses pais e essas mães querem voltar a ser adolescentes. A família precisa de companheirismo, mas não pode abrir mão da hierarquia dentro dela. Quando isso acaba e a relação é só de amizade, é muito provável que o respeito acabe sendo deixado de lado”, explicam.

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